segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

A Solidão de Deus

A Solidão de Deus
por
Arthur W. Pink
Houve tempo, se é que se lhe pode chamar “tempo”, em que Deus, na unidade de Sua natureza, habitava só (embora subsistindo igualmente em três pessoas divinas). “No princípio... Deus...”. Não existia o céu, onde agora se manifesta particularmente a Sua glória. Não existia a terra, que Lhe ocupasse a atenção. Não existiam os anjos, que Lhe entoassem louvores, nem o universo, para ser sustentado pela palavra do Seu poder. Não havia nada, nem ninguém, senão Deus; e isso, não durante um dia, um ano ou uma época, mas “desde sempre”. Durante uma eternidade passada, Deus esteve só - completo, suficiente, satisfeito em Si mesmo, de nada necessitando.

Se um universo, ou anjos, ou seres humanos Lhe fossem necessários de algum modo, teriam sido chamados à existência desde toda a eternidade. Ao serem criados, nada acrescentaram a Deus essencialmente. Ele não muda (Malaquias 3:6), pelo que, essencialmente, a Sua glória não pode ser aumentada nem diminuída.
Deus não estava sob coação, nem obrigação, nem necessidade alguma de criar. Resolver fazê-lo foi um ato puramente soberano de Sua parte, não produzido por nada alheio a Si próprio; não determinado por nada, senão o Seu próprio beneplácito, já que Ele “faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade” (Efésios 1:11). O fato de criar foi simplesmente para a manifestação da Sua glória.
Será que algum dos nossos leitores imagina que fomos além do que nos autorizam as Escrituras? Sabemos que o elevado terreno que estamos pisando é novo e estranho para quase todos os nossos leitores; por esta razão faremos bem em andarmos devagar. Recorramos de novo às Escrituras. No final de Romanos capítulo 11, onde o apóstolo conclui sua longa argumentação sobre a salvação pela pura e soberana graça, pergunta ele: “Por que quem compreendeu o intento do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado?” (vers. 34-35). A importância disto é que é impossível submeter o Todo-poderoso a quaisquer obrigações para com a criatura; Deus nada ganha da nossa parte. 'Se fores justo, que lhe darás, ou que receberá da tua mão? A tua impiedade faria mal a outro tal como tu; e a tua justiça aproveitaria a um filho do homem” (Jó 35-7-8), mas certamente não pode afetar a Deus, que é bem-aventurado em si mesmo. “quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: “Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer” (Lucas 17:10) - nossa obediência não dá nenhum proveito a Deus.
De mais a mais, vamos além: nosso Senhor Jesus Cristo não acrescentou nada a Deus em Seu Ser essencial e à glória essencial do Seu Ser, nem pelo que fez, nem pelo que sofreu. É certo, bendita e gloriosamente certo, que Ele nos manifestou a glória de Deus, porém nada acrescentou a Deus. Ele próprio o declara expressamente, e não há apelação quanto às Suas palavras: “não tenho outro bem além de ti” (Salmo 16:2; na versão usada pelo autor, literalmente: “... a minha bondade não chega a Ti”). Em toda a sua extensão, este é um Salmo sobre Cristo. A bondade e a justiça de Cristo alcançou os Seus santos na terra (Salmo 16:3), mas Deus estava acima e além disso tudo, pois unicamente Deus é “o Bendito” (Marcos 14:61, no grego).

É absolutamente certo que Deus é honrado e desonrado pelos homens; não em Seu Ser essencial, mas em Seu caráter oficial. É igualmente certo que Deus tem sido “glorificado” pela criação, pela providência e pela redenção. Não contestamos isso, e não ousamos fazê-lo nem por um momento. Mas isso tudo tem que ver com a Sua glória declarativa e com o nosso reconhecimento dela. Todavia, se assim Lhe aprouvesse, Deus poderia ter continuado só, por toda a eternidade, sem dar a conhecer a Sua glória a qualquer criatura. Que o fizesse ou não, foi determinado unicamente por Sua própria vontade. Ele era perfeitamente bem-aventurado em Si mesmo antes de ser chamada à existência a primeira criatura. E, que são para Ele todas as Suas criaturas, mesmo agora? Deixemos outra vez que as Escrituras dêem a resposta- “Eis que as nações são consideradas por ele como a gota dum balde, e como o pó miúdo das balanças. eis que lança por aí as ilhas como a uma coisa pequeníssima. Nem todo o Líbano basta para o fogo, nem os seus animais bastam para holocaustos. Todas as nações são como nada perante ele; ele as considera menos do que nada e como uma coisa vã. A quem pois fareis semelhante a Deus: ou com que o comparareis?” (Isaías 40:15-18). Esse é o Deus das Escrituras; infelizmente Ele continua sendo o “Deus desconhecido” (Atos 17:23) para as multidões desatentas. 'Ele é o que está assentado sobre o globo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; ele é o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda para neles habitar; o que faz voltar ao nada os príncipes e torna coisa vã os Juizes da terra" (Isaías 40.22-23). Quão imensamente diverso é o Deus das Escrituras do “deus” do púlpito comum!
O testemunho do Novo Testamento não tem nenhuma diferença do que vemos no Velho Testamento; como poderia ser, uma vez que ambos têm o mesmo Autor! Ali também lemos. “A qual a seu tempo mostrará o bem-aventurado, o único poderoso Senhor, Rei dos reis e Senhor dos senhores; aquele que tem, ele só, a imortalidade, e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver. ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém” (1 Timóteo 6:15-16). O Ser que aí é descrito deve ser reverenciado, cultuado, adorado. Ele é solitário em Sua majestade, único em Sua excelência, incomparável em Suas perfeições. Ele tudo sustenta, mas Ele mesmo é independente de tudo e de todos. Ele dá bens a todos, mas não é enriquecido por ninguém.

Um Deus tal não pode ser encontrado mediante investigação; só pode ser conhecido como e quando revelado ao coração pelo Espírito Santo, por meio da Palavra. É verdade que a criação manifesta um Criador, e isso com tanta clareza, que os homens ficam “inescusáveis” (Romanos 1:20); contudo, ainda temos que dizer com Ló: “Eis que isto são apenas as orlas dos seus caminhos; e quão pouco é o que temos ouvido dele! Quem pois entenderia o trovão do seu poder?” (Jó 26:14). Cremos que o argumento baseado no desígnio, assim chamado, argumento apresentado por “apologetas” bem intencionados, tem causado mais dano que benefício, pois tenta baixar o grande Deus ao nível do entendimento finito e, com isso, perde de vista a Sua singular excelência.
Tem-se feito uma analogia com o selvagem que achou um relógio e que, depois de um detido exame, inferiu a existência de um. relojoeiro. Até aqui, tudo bem. Tentemos ir mais longe, porém. Suponhamos que o selvagem procure formar uma concepção pessoal desse relojoeiro, de seus afetos pessoais, de suas maneiras; de sua disposição, conhecimentos e caráter moral - de tudo aquilo que se junte para compor uma personalidade. Poderia ele chegar a imaginar ou pensar num homem real - o homem que fabricou o relógio - de modo que pudesse dizer: “Eu o conheço”? Fazer perguntas como esta parece fútil, mas estará o eterno e infinito Deus tanto mais ao alcance da razão humana? Realmente, não. O Deus das Escrituras só pode ser conhecido por aqueles a quem Ele próprio Se dá a conhecer.
Tampouco o intelecto pode conhecer a Deus. “Deus é espírito. . .” (João 4:24) e, portanto, só pode ser conhecido espiritualmente. Mas o homem decaído não é espiritual; é carnal. Está morto para tudo que é espiritual. A menos que nasça de novo, que seja trazido sobrenaturalmente da morte para a vida, miraculosamente transferido das trevas para a luz, não pode sequer ver as coisas de Deus (João 3:3), e muito menos entendê-las (1 Coríntios 2:14. É mister que o Espírito Santo brilhe em nossos corações (não no intelecto) para dar-nos o “... conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo” (2 Coríntios 4:6). E até mesmo esse conhecimento espiritual é apenas fragmentário. A alma regenerada terá de crescer na graça e no conhecimento do Senhor Jesus (2 Pedro 3:18).
A nossa principal oração e finalidade como cristãos deve ser que possamos “... andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda a boa obra, e crescendo no conhecimento de Deus”.

(Colossenses 1-.10)
Fonte: Os Atributos de Deus - A. W. Pink (PES - Publicações Evangélicas Selecionadas)

SER É MELHOR DO QUE TER!

Ricardo Gondim tem uma facilidade de traduzir os sentimentos e pensamentos de muitos...é na indignação que escolhemos, ou fazer ou se omitir!

Chega de promessa de bênção.

Ricardo Gondim

Não dá mais para agüentar tanta promessa de bênção. Enche ter de ouvir pastores oferecendo os mais ricos votos de felicidade e proteção divina a cada culto.

Ser abençoado tornou-se quase uma obsessão evangélica nacional.Promete-se tanta riqueza, saúde física e felicidade que, pelo número de campanhas de oração realizadas, o Brasil já deveria ter melhorado em algum dos índices de qualidade de vida das Nações Unidas; com algum alívio na distribuição de renda ou menos fila nos ambulatórios públicos.

Chega de promessa de bênção. A espiritualidade cristã com suas orações, ritos e expectativas não gira em torno da vontade de ganhar o benefício celestial. A ênfase dos Evangelhos não se resume a um só tema. Jesus lembrou Seus primeiros discípulos que antes de se preocuparem em salvar a vida, eles precisariam estar dispostos a perdê-la (Marcos 8:35).

A grandeza de uma causa não é determinada pelo que seus seguidores ganham ao segui-la, mas pelo preço que estão dispostos a pagar por ela.Chega de promessa de bênção. Os auditórios lotados de pessoas ávidas por receber mais favor divino favorecem o egocentrismo.

Quanto mais se promete, mais se quer receber. Esse caminho não tem fim. O Salmo 106 narra o comportamento dos judeus no período da sua libertação do cativeiro egípcio. Depois de sucessivos milagres, o povo parecia não se saciar, sempre exigindo mais. Esse fascínio pela próxima intervenção transformou-se em cobiça, e o versículo 15 trás uma dura sentença: "[Deus] concedeu-lhes o que pediram, mas fez definhar-lhes a alma."

Chega de promessa de bênção.

A Bíblia não pode ser encolhida a uma caixinha de afirmações otimistas. Para continuar com seu discurso de caráter prático, a maioria dos pastores só cita textos tirados do Antigo Testamento e, ainda, do período judaico anterior ao exílio.

Os sermões que procuram enfatizar bênçãos deixam de lado os textos contundentes do Novo Testamento em que os cristãos são convocados a viverem em um mundo cruel e doloroso. Jesus não tentou dourar a pílula e nem encobriu a verdade: "No mundo, passais por aflições" (João 16:33).

Paulo advertiu a Igreja a não se imaginar numa redoma de prosperidade: "E, tendo anunciado o Evangelho naquela cidade e feito muito discípulos, voltaram... fortalecendo a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, por meio de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus" (Atos 14:21-22).

Jesus revelou à igreja de Esmirna, no Apocalipse, o teor de sua missão: "Não temas as coisas que tens de sofrer" (Apocalipse 2:10).

Chega de promessa de bênção.

Quem se obriga verbalmente a dar tudo, se adorado, é o diabo, nunca Deus (Mateus 4:9).

A espiritualidade judaico-cristã não se estabelece sobre utilitarismos. Deus não quer adoração por aquilo que Ele dá, mas por quem Ele é.No livro de Jó, Satanás fez uma acusação gravíssima contra Deus. Ele tentou incriminar Jeová por só ser amado por Seus filhos por suborno: "Porventura, Jó debalde teme a Deus?" (Jó 1:9).

A narrativa poética do livro inteiro deixa claro que o Senhor não era amado por Suas inúmeras bênçãos sobre a vida e a família de Jó que, pobre, ainda pôde exclamar: "Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o Senhor deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor!" (Jó 1:21).

Chega de promessa de bênçãos. A virtude cristã que se deve buscar prioritariamente é justiça. No Sermão da Montanha, os que tiverem fome e sede de justiça serão fartos (Mateus 5:6).

Quando o cristianismo destaca a promoção da justiça, todas as demais bênçãos se tornam secundárias (Mateus 6:33).

Aliás, não existe pregação legitimamente evangélica sem a busca do direito: "O reino de Deus não é comida, nem bebida, mas justiça e paz e alegria no Espírito Santo" (Romanos 14:1).

Antes de quererem para si a benevolência do Senhor, os crentes deveriam almejar a promessa de Isaías 61:3: "A fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo Senhor para a sua glória."

A Igreja Evangélica cresce velozmente no Brasil, mas será que percebeu todas as implicações do que significa seguir a Cristo?

Soli Deo Gloria.

http://www.ricardogondim.com.br

Onde é o Inferno?


PÓIS É GALÉRA, MAIS UM TÓPICO INTERESSANTE. LONGO, MAS VALE A PENA ESTUDA-LO. MUITOS MITOS E ESPECULAÇÕES TEM SIDO APRESENTADOS PRA NÓSCOMO "VERDADES". EU CONCORDO COM O ENTENDIMENTO BÍBLICO DE MATT PERMAN. CREIO QUE PODERÁ AJUDAR...
Um Entendimento Bíblico do Inferno
por Matt Perman

“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado...” (João 3:17-18).

A Bíblia ensina que toda pessoa é culpada de pecado. Pecado é escolher antes o nosso próprio caminho do que o de Deus; é rebelião contra Deus; e num sentido real é um ataque contra a santidade de Deus. Porque Deus é justo e reto, bem como amoroso, Ele não pode meramente fazer vistas grossas para o nosso pecado. Poderia Deus ser realmente justo se Ele não fizesse nada sobre os ataques contra Sua santidade?

A Bíblia ensina que nossos pecados merecem a penalidade de morte. Visto que todos pecaram, isto significa que todos são merecedores do julgamento de Deus no inferno. Por causa do Seu amor, Deus enviou Seu Filho Jesus para nos salvar deste julgamento. Ele morreu na cruz em nosso lugar para pagar a penalidade de nossos pecados. Sendo julgado em nosso lugar, Jesus satisfez a justiça de Deus e fez possível para nós o receber o perdão [NT: isto é, Deus não poderia perdoar sem uma satisfação da Sua justiça].Deus fez tudo que era necessário para nos resgatar da penalidade de nossos pecados. Nós temos a responsabilidade de responder à livre oferta de perdão de Deus voltando-nos de nossos pecados e confiando em Jesus para nos perdoar e nos dar a vida eterna. A penalidade para os nossos pecados deve ser paga. Aqueles que não aceitam a Jesus e Sua obra sobre a cruz devem pagar, eles mesmos, esta penalidade no inferno por toda eternidade.O assunto do inferno é deveras muito difícil e aterrorizador. Todavia, ele é um claro ensino da Bíblia e necessita ser entendido; não podemos ignorar os fatos sobre algo que Deus revelou simplesmente porque ele é desconfortável. Este artigo foi escrito para encorajar nosso entendimento e para esclarecer muita confusão sobre este importante assunto.

O Inferno é Real

Jesus repetidamente advertiu sobre o inferno. Por exemplo, veja Mateus 5:21-22, 27-30; 23:15,33. Negar a existência do inferno é, portanto, rejeitar a autoridade de Jesus. Seria estranhamente inconsistente aceitar Jesus como Senhor, mas rejeitar um aspecto de Seu ensino. Além do mais, isto seria colocar uma gigantesca falha moral no caráter de Cristo, se Ele ensinasse sobre a realidade do inferno quando na verdade ele não fosse um perigo para ninguém.

Deve ser entendido, contudo, que Jesus não quer que as pessoas vão para o inferno – Ele veio para que pudéssemos ser resgatados através da fé nEle. O inferno é a conseqüência necessária de não aceitar o convite de Cristo para salvação – se alguém recusar estar com Ele no céu, a única alternativa restante é estar separado dEle no inferno.

O Inferno é um Lugar

O inferno é sempre referido como sendo um lugar. A palavra grega usada para inferno nos Evangelhos é gehenna, uma transliteração da expressão hebraica, “Vale de Hinon”. Neste vale (que estava localizado fora de Jerusalém), sacrifícios humanos foram oferecidos aos falsos deuses em vários pontos na história de Israel (2 Reis 16:3; 21:6; 2 Crônicas 28:3; Jeremias 32:35). Mais tarde ele se tornou um “depósito de lixo” de Jerusalém, com um fogo que continuamente queimava consumindo seu entulho. Quando Jesus usou gehenna para se referir ao inferno, isto chamou a atenção dos seus ouvintes para este vale, e eles entenderam o terrível sofrimento que os ímpios experimentariam.

O Inferno é um Lugar de Castigo

Na conclusão de uma parábola, Jesus falou do servo fiel como sendo recompensado, mas disse que o infiel como sendo “cortado pelo meio e separado num lugar com os hipócritas, onde haverá choro e ranger de dentes” (Mateus 24:51). Ambos os Testamentos falam de “cortar pelo meio” como um castigo severo (Deuteronômio 32:41; Hebreus 11:37). Jesus provavelmente não quis dizer que os perdidos serão literalmente “cortados pelo meio”, mas estava usando a expressão para dizer que eles seriam castigados. Algumas passagens adicionais sobre o terrível castigo do inferno são Hebreus 10:29; 2 Tessalonicenses 1:8,9; Apocalipse 19:20; 20:10. Neste ponto, deveria também ser observado que as imagens de fogo no inferno não devem ser tomadas com um literalismo grosseiro, mas são descrições de terror e sofrimento do inferno com uma linguagem do presente mundo.

Há dois aspectos do castigo no inferno – a dor de perda e a dor de sentir. A dor de perda é a ausência de tudo que é bom; mais significativamente é a separação de Deus. Isto não quer dizer que Deus não está no inferno; significa que aqueles no inferno não terão comunhão com Deus e não experimentarão nada de Seu amor, graça ou benção. Em outras palavras, eles serão isolados de qualquer gozo de Sua glória espetacular. Este é o significado da imagem de trevas usada para descrever o destino dos perdidos. Aqueles no inferno experimentarão a ira e a justiça de Deus. A dor de sentir é o sofrimento do tormento no corpo e na alma – a adição de castigo indesejado. Ambos destes aspectos do inferno são transmitidos por Jesus em Mateus 25:41, quando Ele diz aos perdidos “Apartai-vos de mim [a punição de perda], malditos, para o fogo eterno [a punição de sentir – tormento] preparado para o diabo e seus anjos”. Resumindo, o castigo do perdido é a subtração de benção e a punição de sentir é a adição de tormento físico e espiritual. Nesta seção, investigaremos a punição de sentir. Depois, discutiremos a punição da separação.Castigo envolve exposição à ira de Deus: Hebreus 10:27,31; Romanos 2:5; João 3:36. Castigo no inferno será um resultado de exposição à ira de Deus. Embora Deus não esteja no inferno em graça e benção, Ele está lá em santidade de ira.

João 3:36 diz “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece”. Apocalipse 14:9-11 diz que “Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão. Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome”.

A ira de Deus é a justa afirmação de Sua santidade contra tudo que é impuro; ela resulta no castigo retributivo. Beber a “taça da ira de Deus” significa que o perdido sofrerá diretamente esta ira no inferno. Exatamente como a ira de Deus será experimentada, eu não sei (Romanos 1:18-32 e Judas 7 talvez dêem alguma visão parcial disto). O que é visto claramente é que aqueles no inferno serão atormentados por causa da ira de Deus. Uso de João das palavras “ira” e “sem mistura” mostram o terror de se cair nas mãos do Deus vivo. Devemos notar que Deus tolera pecado somente até quando Ele responde em ira.

Castigo envolve terrível dor: Mateus 13:30, 40-43, 49-50; 18:6-9; 24:51. Em Mateus 13:42 Jesus diz “E lançá-los-ão [os incrédulos] na fornalha de fogo; ali haverá choro e ranger de dentes”. Alguns sustentam que a imagem de fogo significa aniquilação do ímpio. Mas Jesus não associa fogo com aniquilação, mas com dor “ranger de dentes”. Cinco vezes em Mateus Jesus descreve aqueles no inferno como pranteando e rangendo os dentes; as pessoas estão “rangendo os dentes” por causa da terrível dor (veja Mateus 8:12; 13:42,50; 22:13; 24:51). Jesus fala do fogo causando dor, não consumação (veja também Mateus 13:49-50).Castigo envolve consciente tormento: Apocalipse 14:10,11; 20:10; Lucas 16:23, 28. Temos visto muitas passagens das Escrituras indicando a terrível dor e tormento do castigo no inferno, que resulta da exposição à ira de Deus. Quase não se precisa dizer que isto tudo será experimentado conscientemente pela pessoa (de outra forma não seria castigo), e isto é confirmado pela famosa parábola de Jesus do homem rico e Lázaro em Lucas 16:19-31. O homem rico, que tinha sido ganancioso e nunca tinha se arrependido de seu pecado, foi para o Hades e experimentou tormento após a morte. Este homem estava ciente e consciente do tormento, a ponto de dizer “Estou atormentado nesta chama”.

Craig Blomberg, um especialista no estudo de parábolas, diz que devemos derivar um ponto a partir de cada personagem principal numa parábola. Tomando os princípios de interpretação de Blomberg, podemos traçar muitos ensinos significativos desta parábola. Primeiro, como Lázaro, haverá vida com Deus para o povo de Deus. Segundo, o impenitente experimentará julgamento irreversível como o homem rico. Note que Jesus deixa claro que não há segunda chance após a morte, mas em vez disso, haverá um abismo intransponível entre céu e inferno (16:26). Terceiro, Deus adequadamente Se revela através das Escrituras de forma que ninguém que negligencia esta revelação pode legitimamente protestar contra o seu destino.Robert Stein, outro erudito em parábolas, ensina “a regra da tensão final”. Isto significa que Jesus guarda a idéia principal da parábola para o final, a fim de deixar a parte mais significativa nas mentes de Seus ouvintes. O ponto final nesta parábola é que a palavra de Deus é necessária e suficiente para salvação – negligenciá-la é cometer “suicídio espiritual”. A parábola termina com a declaração, “Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos” (16:31). O interesse principal de Jesus parece ser trazer a atenção à severidade de se ignorar a mensagem da Bíblia.

O Inferno é um Lugar de Separação

Tendo examinado o castigo de sentir no inferno, examinaremos o segundo aspecto do horror do inferno – exclusão de Deus e dos outros.De Deus: Efésios 2:12; 5:8; Romanos 6:23; Mateus 7:23; 8:12; 2 Tessalonicenses 1:8, 9; Judas 13Em Mateus 7:23 expressa uma das palavras mais chocantes da Bíblia. Tendo advertido dos falsos profetas que parecem bons exteriormente, mas cujos pecados no final das contas os separará, Jesus se volta para o assunto dos falsos discípulos: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade”. Quão terrível será que estas pessoas esperando ganhar entrada no céu no dia do julgamento, somente descobrirão que elas nunca estiveram realmente em comunhão com Jesus. Isto deveria ser um chamado para seriamente examinarmos a nós mesmos e “ver se estamos na fé” (2 Coríntios 13:5).Mateus 25:30 diz que os perdidos serão “lançados nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes”. Ser lançado nas trevas exteriores simboliza ser excluído da gloriosa luz da presença de Deus, ou seja, é uma ausência de todo bem. O ranger de dentes simboliza o extremo sofrimento e remorso.2 Tessalonicenses 1:7-9 diz, "Quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder em chama de fogo, e tomar vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus; os quais sofrerão, como castigo, a perdição eterna, banidos da face do senhor e da glória do seu poder”. Aqueles que não conhecem a Deus serão excluídos de Sua presença para sempre quando Cristo voltar.Novamente, é importante notar que quando falamos daqueles no inferno como estando “separados” de Deus, isto não significa que Deus não está no inferno. Significa que os perdidos serão separados da comunhão com Ele – eles não experimentarão Sua gloriosa presença e amor, mas antes a Sua ira e desprazer.De outros: Mateus 8:12; 22:13; 25:30; Judas 13; Apocalipse 22:14 Em Mateus 8:11-12 Jesus novamente declara que os incrédulos “serão lançados nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes”. Isto está em contraste aos muitos que “virão do oriente e do ocidente, e reclinar-se-ão à mesa de Abraão, Isaque e Jacó, no reino dos céus”. Os perdidos serão lançados nas “trevas exteriores”, indicando isolamento e separação de tudo que é bom. E como mostrado pela exclusão do banquete, os incrédulos serão excluídos dos gozos do céu e da presença de outras pessoas. Mateus 22:13 e versos seguintes listam descrevem ainda mais o inferno como um lugar de trevas e separação.

O Inferno é um Lugar de Profundo Lamento

Sete vezes é dito que “haverá pranto e ranger de dentes” (Mateus 8:12; 13:42, 50; 22:13; 24:51; 25:30; e Lucas 13:28). O pranto significa um grito profundo numa dor terrível, que resulta num profundo lamento.O Inferno tem Graus de SofrimentoTodos que estão no inferno não recebem o mesmo castigo. Embora todas pessoas estarão igualmente separadas de Deus (que é o castigo de perda), ninguém experimentará o mesmo castigo de sentir. Os graus de castigo são baseados sobre a quantia de luz recebida e sobre as obras da pessoa.

De acordo com a luz recebida.Um conhecimento maior de Deus traz consigo uma maior responsabilidade. Isto significa que quanto maior a quantidade de luz rejeitada, maior o julgamento. Isto é evidente em Mateus 11:21-24: “Ai de ti, Corazin! ai de ti, Betsaida! porque, se em Tiro e em Sidom, se tivessem operado os milagres que em vós se operaram, há muito elas se teriam arrependido em cilício e em cinza. Contudo, eu vos digo que para Tiro e Sidom haverá menos rigor, no dia do juízo, do que para vós. E tu, Cafarnaum, porventura serás elevada até o céu? até o hades descerás; porque, se em Sodoma se tivessem operado os milagres que em ti se operaram, teria ela permanecido até hoje. Contudo, eu vos digo que no dia do juízo haverá menos rigor para a terra de Sodoma do que para ti”. Aqueles de Cafarnaum teriam um julgamento mais severo porque tiveram mais luz. Este é talvez um conceito preocupante para aqueles de nós nos Estados Unidos, onde há pelo menos três vezes mais Bíblias do que pessoas.Em Lucas 12:42-48 Jesus é também claro que haverá graus de castigo no inferno. No final de Sua parábola, Jesus distingue os castigos de “muitos açoites” e “poucos açoites” baseado sobre a quantia de conhecimento que os servos infiéis (que representam os perdidos) tiveram da vontade de seus senhores. Ele diz “O servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites; mas o que não a soube, e fez coisas que mereciam castigo, com poucos açoites será castigado” (Lucas 12:47-48). O princípio básico é que “a quem muito é dado, muito se lhe requererá; e a quem muito é confiado, mais ainda se lhe pedirá” (v. 48).

De acordo com as obrasPaulo diz em Romanos 2:5 que os incrédulos estão “entesourando ira para si mesmos”. A palavra usada para ira nesta passagem é a mesma palavra usada quando Jesus encoraja os crentes para “ajuntar tesouros no céu” (Mateus 6:20). Assim como algumas pessoas têm mais tesouro “ajuntado no céu” por causa de sua obediência à Deus, assim também algumas pessoas têm mais ira “entesourada” para eles mesmos por causa de sua expressa desobediência e rejeição de Deus. Julgamento de acordo com as obras garante que o castigo “conforme o crime” e que o perdido será castigado em proporção com os seus pecados.

Satanás não Governa no Inferno

Um mal-entendido comum é que Satanás governa no inferno. De acordo com a Bíblia, isto não pode ser verdade porque o próprio Satanás será eterna e terrivelmente atormentado no Lago de Fogo. Ele não será capaz de atormentar ninguém mais lá, muito menos governar, por causa do terrível destino que ele estará experimentando.

O Inferno é Eterno

No julgamento, Jesus dirá para os incrédulos: “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eteno preparado para o diabo e seus anjos” (Mateus 25:41). Este verso mostra que o inferno não foi originalmente criado para os seres humanos, mas para Satanás e seus demônios. Por causa da rejeição da humanidade de Deus, aqueles que recusam vir a Cristo participarão do destino do diabo. Apocalipse 20:10 elabora ainda mais sobre o destino do diabo: “O Diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde estão a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados pelos séculos dos séculos”. Visto que os incrédulos compartilharão o destino do diabo, e o diabo sofrerá o tormento no inferno para sempre, os incrédulos também sofrerão o tormento eterno. Também observe que Jesus disse que o fogo é eterno, o que não poderia ser dito se o inferno fosse somente temporário.Mateus 25:46 é o mais claro testemunho de que as pessoas que estão no inferno sofrerão eternamente: “E irão eles [os ímpios] para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna”.

Jesus está traçando um paralelo entre os destinos dos ímpios e dos justos. Visto que ambos destinos são ditos ser eternos, “segue-se necessariamente que ambos devem ser tomados ou com um lugar de longa duração mais finito, ou ambos como um lugar sem fim e perpétuo. As frases ‘castigo eterno’ e ‘vida eterna’ são paralelas e seria um absurdo usá-las numa e mesma sentença para significar: ‘Vida eterna será infinita, enquanto castigo eterno terá um fim’. Por conseguinte, porque a vida eterna dos santos será sem fim, o castigo eterno também...” [1]Jesus assevera que no inferno “o fogo não se apaga” (Marcos 9:48). Quando o fogo consome seu combustível, ele desaparece. O fogo do inferno nunca desaparecerá porque o seu trabalho nunca é consumado. Portanto, o fogo nunca desaparece porque o ímpio sofre eterno tormento no inferno, não extinção eventual.

A declaração do apóstolo João em Apocalipse 14:9-11 que os ímpios serão atormentados “com fogo e enxofre” refuta a reivindicação aniquilacionista de que o propósito do foto no julgamento é de dar fim à existência de alguém (O aniquilacionismo ensina que os perdidos serão um dia aniquilados no inferno e cessarão de existir). João é claro aqui que o propósito do enxofre é atormentar, não aniquilar.

Que a “fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre” (Apocalipse 14:11) também significa que os sofrimentos do inferno não terão fim. O aniquilacionismo ensina que João pretendia fazer uma distinção entre o fogo e a fumaça quando ele escreveu isso, e, portanto, ele não está dizendo que o castigo será eterno. É dito que embora a fumaça será para todo o sempre, o fogo não durará para sempre (mas somente até os ímpios serem extinguidos e cessarem de existir). Esta é uma séria distorção do texto. A fumaça não pode subir eternamente se não houve fogo para isso. Além do mais, não há indicação que João pretendesse distinguir entre a fumaça levantando para sempre, mas o fogo não durando para sempre.

Apocalipse 20:10 é claro que o Diabo, a Besta e o Falso Profeta perecerão eternamente em tormento: “Eles serão atormentados dia e noite para todo o sempre”. Visto que Jesus ensinou que os incrédulos compartilharão o destino do diabo e de seus anjos (Mateus 25:41), os incrédulos também serão atormentados para sempre. Apocalipse 20:15 também é claro que os incrédulos serão lançados no Lago de Fogo assim como o Diabo será.Judas 7 diz, “Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se prostituído como aqueles anjos, e ido após outra carne, foram postas como exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno”. Primeiro, note que o fogo é um castigo. Depois, observe que ele é eterno. Visto que o fogo denota castigo, e ele é eterno, então, o castigo deve ser eterno. Para aqueles que sustentam que o fogo indica que o ímpio será destruído, devemos notar que Judas claramente define o fogo como sendo um castigo para o ímpio, não um agente para extinguir a existência deles. Uma pessoa precisa existir para ser castigada.

O historiador eclesiástico inglês Richard J. Bauckham acrescenta sobre o uso de Judas de Sodoma e Gomorra como um exemplo terreno e temporal do destino daqueles no inferno: “A idéia é que o lugar das cidades...um cenário de devastação sulfúrica, provê uma evidência já presente da realidade do divino julgamento...De acordo com Philo [um escritor judeu do primeiro século] até estes dias os sinais visíveis do desastre indescritível são observados Síria – ruínas, cinzas, exofre, fumaça e chamas sombrias que continuam a se levantar do chão como se um fogo ainda queimasse lentamente embaixo’...Judas quis dizer que o lugar ainda em chamas é uma imagem de advertência do fogo eterno do inferno”. [2]

Judas 13 diz “Estes [falsos mestres] são ondas furiosas do mar, espumando as suas próprias torpezas, estrelas errantes, para as quais tem sido reservado para sempre o negrume das trevas”. O negrume, denotando completa separação e isolamento, é “reservado para sempre”; assim, ele não terá fim. Esta declaração é muito clara.Jesus expele os iníquos para “o fogo eterno preparado para o diabo e seus anjos” (Mateus 25:41). João diz que isto envolve ser atormentado dia e noite para sempre e sempre (Apocalipse 20:10). A Bíblia é clara – o inferno é eterno.

Os Estados Intermediário e Final

A última coisa que deve ser observada é que a Bíblia distingue entre o estado intermediário e o estado final. O estado intermediário é a separação do corpo e da alma de uma pessoa depois da morte, mas antes da ressurreição do seu corpo (a Bíblia ensina que tanto crentes como incrédulos experimentarão uma ressurreição do corpo). Este “estado intermediário” não é o purgatório, mas é a existência ou no céu com Deus (para os crentes) ou no Inferno excluído de Deus (para os incrédulos). O estado final é a existência dos crentes no novo céu na nova terra após a ressurreição, e para os descrentes a existência no Lago de Fogo (Inferno) depois de sua ressurreição.A principal diferença entre o estado intermediário e o final é que durante o estado intermediário a pessoa não terá ainda o seu corpo ressuscitado, e no estado final todos terão seus corpos ressuscitados. O estado intermediário para os perdidos não é tecnicamente o inferno. O inferno é o Lago de Fogo após o retorno de Cristo e o Último julgamento. Contudo, os aspectos do inferno que previamente discutimos são verdadeiros tanto com relação ao estado intermediário como em relação ao estado final dos perdidos.Sofrimento consciente (para os incrédulos) e benção (para os crentes) no estado intermediário é ensinado na parábola de Jesus do homem rico e Lázaro em Lucas 16:19-31. 2 Pedro 2:9 também ensina a existência consciente após a morte, mas antes do julgamento final e da ressurreição: “O Senhor sabe livrar da tentação os piedosos, e reservar para o dia do juízo os injustos, que já estão sendo castigados”.

Conclusão

Robert Peterson resume o assunto quando ele diz que as imagens do inferno “chocam nossas sensibilidades. Elas apresentam um destino envolvendo absoluta ruína e perda (morte e destruição), eterna ira de Deus (castigo), indizível aflição e dor (pranto e ranger de dentes), terrível sofrimento (fogo), e rejeição por Deus e exclusão de Sua bendita presença (trevas e separação)”. [3]Jesus morreu para nos salvar do inferno e nos trazer para o gozo eterno de Sua glória. Tudo o que precisamos fazer é nos voltar para Ele em arrependimento e fé, e Ele nos dará a vida eterna. Não há questão de maior importância nesta vida do que onde passaremos a eternidade.NOTAS:1. Augustine, The City of God, 1001-2 (21.23). Citado em Robert Peterson, Hell on Trial: The Case for Eternal Punishment. 2. Richard J. Bauckham, Jude, 2 Peter, Word Biblical Commentary (Waco, TX: Word, 1983), p. 55. Citado em Peterson. 3. Robert A. Peterson, Hell on Trial: The Case for Eternal Punishment (Philipsburg, New Jersey: PR Press), p. 195. O livro de Peterson foi uma fonte primária para este artigo. É um excelente livro, saturado com as Escrituras, e escrito de uma maneira muito clara.

Traduzido por: Felipe Sabino de Araújo Neto
Cuiabá-MT, 24 de Abril de 2004
http://www.monergismo.com/

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Emoção demais


Carros e suas caras

Esse é o verdadeiro cachorro-quente

Penteados animais










A origem das Expressões

Nós, brasileiros, temos a mania de estar sempre usando expressões. O grande ‘porém’ é que nem sempre sabemos o porquê de, então, usá-las. De onde teriam vindo? Em que situação teriam sido primeiramente usadas? Logo abaixo, você tem a oportunidae de conhecer maiores informações a respeito de algumas expressões populares.

Deu zebra
Feito nas coxas
Rodar a baiana
Pôr/deixar as barbas de molho
Santo do pau oco
Fulano, beltrano, sicrano…
Lágrimas de crocodilo
Para inglês ver
Casa da mãe Joana
Pagar tintim por tintim

Clique aqui para conferir o significado de mais expressões populares.

Fonte: Dormiu

"Nevermind" Depois de 17 Anos

Quem não conhece a capa do álbum “Nevermind” da banda Nirvana?

Acredito que todos, até mesmo os que não gostam do estilo musical, tenham visto a capa do CD ao menos uma vez. Pois bem, eis que Spencer Elden - o bebê da capa produzida em 1991 - concordou em refazer a capa, 17 anos após a tiragem original - pela qual a família do garoto havia recebido apenas 200 dólares, na época.

Veja, a seguir, a capa original, seguida da nova tiragem feita este ano.


Spencer conta que acha estranho saber que várias pessoas já o viram pelado e diz se sentir o constrangido, em entrevista dada à MTV norte-americana.

Via Papel Pop.
Fonte: Dormiu

Momentos únicos (Photoshop)

Algumas situações e momentos pelos quais passamos realmente não têm preço.
Pensando nisso, alguns photoshopers resolveram colocar a mão na ferramenta e criar “situações única”, fazendo uso de efeitos pra lá de realistas.




Clique aqui para acessar a galeria completa!

Fonte: Dormiu

Google Chrome vs Microsoft Windows




Melhor demonstração impossível!
Autor: fuinha

A difícil vida dos administradores de rede

Estas imagens mostram as mais bizarras redes já encontradas. Só quem trabalha com isso (como eu) para entender o que as imagens representam.





Autor: fuinha

Windows 7 beta Download para baixar


O sistema operacional tem muitas outras novidades. Ficou curioso? Baixe, então, o Windows 7 no Download INFO. Depois de testar, nos conte quais foram suas impressões e descobertas no Fórum INFO.

Fonte: Info Abril

Vc é mais Inteligente que um macaco?


Os macacos vêm, ao longo do tempo, se mostrando cada vez mais espertos, chegando ao ponto de impressionar os estudiosos.
Mas é claro que você se acha mais esperto do que um quadrúpides peludo, não é?

Que tal um teste? Clique aqui e surpreenda-se!

Faça seu próprio Super-Herói

Que tal criar seu próprio super-herói? Esta é a proposta do “The Hero Factory“.
No site existem diversas opções de personalização, como roupas, armaduras e todos os outros acessórios que irão deixar seu personagem pra lá de completo!





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O Fim dos Tempos




Veja, a seguir, uma seleção com 25 “visões apocalípticas” do que poderia ser o fim dos tempos.
Clique aqui e confira agora mesmo.

Você acredita?

A nova Limusine Empresarial dos EUA

GM desenvolve Cadillac Presidential Limousine 2009 para Barack Obama.



O veículo, além de contar com a já conhecida blindagem, é completamente selado, o que vem a impedir que ataques químicos contra o novo presidente possam ser bem sucedidos.

O modelo exclusivo criado para o novo presidente é baseado na versão criada em 2004 para George W. Bush, porém, com modernizações. Embora o serviço secreto americano tenha proibido a divulgação de detalhes do carro, a General Motors informou que muitas das características do modelo anterior permanecem, como a tecnologia de pneus fun-flat - a qual permite que o carro continue em movimento mesmo com os pneus furados -, bandeiras laterais iluminadas, um CD player para 10 discos e acessórios internos que fazem do carro um escritório sobre quatro rodas.
A GM é, desde 1983, a maior responsável pelo desenvolvimento de limusines para os presidentes dos EUA.



Fonte: Dormiu
Por Diego Toledo

MacBook Wheel, o primeiro computador do mundo sem teclado!


Já imaginaram um computador sem teclado? É isso que a Apple acaba de propor como o novo MacBook Wheel, o primeiro computador do mundo sem teclado.

No MacBook Wheel com um clique todos os arquivos do HD são exibidos em ordem alfabética. É só fazer scroll até o arquivo desejado.

O que acharam? Tem fundamento?
Fonte: Meio Bit

Autor: fuinha

50 coisas que aprendi assistindo Chaves


O seriado chaves me ensinou muita coisa, tenho certeza que não seria essa pessoa bonissima se não fosse a turma do chaves, eu listei as 50 coisas que aprendi assistindo o seriado Chaves.

1. Seria muito melhor ter ido assistir o filme do Pelé.
2. As crianças mexicanas tem rugas.
3. JAMAIS enconstar em alguém que esteja tomando um choque.
4. Seu Madruga paga o aluguel todos os meses. Por isso sempre deve 14 meses, não 15, 16, 17…
5. Brasilia já foi carrão.
6. Não basta ser o maior professor do mundo. Tem que ter um pouco de pepsicologia.
7. Pessoas bebem leite de burra.
8. Existe uma fruta chamada tamarindo.
9. O Quico é emo.
10. Devemos deixar os outros fazerem nosso trabalho para evitarmos a fadiga.
Via: QMaT
Autor: Bazuca ô¿ô
16 jan

Conheçam o novo sucesso da música, “Flora Lavigne”



Não entendeu? Já vi que não assiste novelas. Ainda bem!

Para entender veja esse vídeo (se conseguir).
via: Lazer
Autor: fuinha

Gente é seguinte...




Entre em contato conosco para agendarmos um evento em sua igreja, escola, festa etc...
Divulguem para os seus amigos...
God Bless You

Eaê cambada


Fala pessoas blz...


Mais um fds chegando... iuuuuuuuuuuupiiiiiiiiiiii.. (já dizia meu gato)

Vamos durmir, depois, durmir, depois tocar, depois, durmir, fuçar no computador e depois é claro comer, (ow tá pessando q eu como computador..)

Aiai.....
À noite vamos tocar na igreja, adorar ao único Deus que é digno.

Enfim, nada melhor do que um fim de semana após o outro... (Quem dera né... rsrsrs)


Bom galera, vou ficando por aki...

Depois tem mais de maucolella pra vcs...


Valeu


God Bless You